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Infonline Chopotó!
Desde: 13/04/2009      Publicadas: 92      Atualização: 15/11/2011

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 Reconhecimentos geografia etcs

  09/08/2009
  1 comentário(s)


O abastecimento de água tratada em Cipotânea é novo, partir de 2005 foi inaugurada captando áugas do rio Brejaúba.

O sistema de abastecimento de água de Cipotânea começou a ser operado pela COPASA em julho de 2005. A água distribuída à população é captada no Rio Brejaúba e é tratada em uma estação do tipo convencional, onde passa pelos processos de coagulação, floculação, ecantação,
filtração, desinfecção, correção de ph e fluoretação. Hoje, a COPASA atende em Cipotânea uma população de 4.463 habitantes. A água chega até seus imóveis percorrendo 15.408 metros de redes de distribuição.

O abastecimento de água tratada em Cipotânea é novo, partir de 2005 foi inaugurada captando áugas do rio Brejaúba.
O controle de qualidade de água da COPASA começa com o monitoramento da água do manancial utilizado para o abastecimento público em
relação à quantidade e qualidade. Assim, é possível definir a melhor forma de tratamento e também estimular a adoção de práticas de recuperação
e proteção do manancial.
DESCRIÇÃO DO SISTEMA
PROTEÇÃO DOS MANANCIAIS
1 - Coagulação - Consiste na aplicação de produtos como o sulfato de alumínio ou cloreto férrico, que tem como função básica agrupar as
partículas de sujeira em suspensão na água bruta, formando pequenos coágulos. Em algumas circunstâncias, também é necessário corrigir o seu
pH nesta etapa do tratamento, com a aplicação de cal.
2 - Floculação - É a formação de flocos de sujeira, a partir da movimentação da água em tanques específicos dentro da ETA, que misturam os
coágulos que assim ficam maiores e mais pesados.
3 - Decantação - Nesta etapa, os flocos formados na etapa de floculação, aqui, pela ação da força da gravidade, acumulam-se no fundo dos
tanques, separando-se da água.
4 - Filtração - Pode ser que a água chegue a essa etapa do processo de tratamento contendo ainda alguma sujeira. Por isso, e por segurança do
produto, ela passa também por filtros especiais para eliminação das impurezas restantes.
5 - Desinfecção - A água já está limpa quando chega a esta etapa. Então ela recebe adição de cloro, que elimina os germes nocivos à saúde,
garantindo também a qualidade da água nas redes de distribuição e nos reservatórios domiciliares.
6 - Correção de pH - Depois que a água já passou pelas principais etapas do tratamento dentro da ETA, ela recebe, então, a adição de cal para
corrigir seu pH. A correção do pH é necessária para se evitar possíveis corrosões das tubulações durante a distribuição da água.
7 - Fluoretação - Com a água já limpa, nesta etapa ela recebe a aplicação de uma dosagem de um composto de flúor, que contribui no combate
às cáries, principalmente no período de formação dos dentes.
RESULTADO DA QUALIDADE DA ÁGUA - UM COMPROMISSO CLARO E CRISTALINO
ETAPAS DO TRATAMENTO DA SUA ÁGUA
Para que você tenha certeza de que está recebendo água potável, a COPASA faz diversas análises, considerando quatro aspectos:
1. Físico: verifica-se a cor, o cheiro e o sabor da água, além da sua turbidez, ou seja, alterações na sua transparência devido a resíduos não eliminados.
2. Químico: verifica-se a presença de materiais orgânicos ou inorgânicos que afetam a saúde das pessoas (pesticidas, ferro, alumínio).
3. Bacteriológico: verifica-se a existência de coliformes totais e fecais, entre outros microorganismos, indicativos da possibilidade da presença de outros
microorganismos causadores de doenças no homem.
4. Hidrobiológico: verifica-se a presença de microorganismos (vegetais e animais) que prejudiquem o tratamento da água ou que possam liberar substâncias tóxicas.
O sistema de abastecimento de água de Cipotânea começou a ser operado pela COPASA em julho de 2005. A água distribuída à população é
captada no Rio Brejaúba e é tratada em uma estação do tipo convencional, onde passa pelos processos de coagulação, floculação, decantação,
filtração, desinfecção, correção de ph e fluoretação. Hoje, a COPASA atende em Cipotânea uma população de 4.463 habitantes. A água chega até
seus imóveis percorrendo 15.408 metros de redes de distribuição.
O controle de qualidade de água da COPASA começa com o monitoramento da água do manancial utilizado para o abastecimento público em
relação à quantidade e qualidade. Assim, é possível definir a melhor forma de tratamento e também estimular a adoção de práticas de recuperação
e proteção do manancial.
DESCRIÇÃO DO SISTEMA
PROTEÇÃO DOS MANANCIAIS
1 - Coagulação - Consiste na aplicação de produtos como o sulfato de alumínio ou cloreto férrico, que tem como função básica agrupar as
partículas de sujeira em suspensão na água bruta, formando pequenos coágulos. Em algumas circunstâncias, também é necessário corrigir o seu
pH nesta etapa do tratamento, com a aplicação de cal.
2 - Floculação - É a formação de flocos de sujeira, a partir da movimentação da água em tanques específicos dentro da ETA, que misturam os
coágulos que assim ficam maiores e mais pesados.
3 - Decantação - Nesta etapa, os flocos formados na etapa de floculação, aqui, pela ação da força da gravidade, acumulam-se no fundo dos
tanques, separando-se da água.
4 - Filtração - Pode ser que a água chegue a essa etapa do processo de tratamento contendo ainda alguma sujeira. Por isso, e por segurança do
produto, ela passa também por filtros especiais para eliminação das impurezas restantes.
5 - Desinfecção - A água já está limpa quando chega a esta etapa. Então ela recebe adição de cloro, que elimina os germes nocivos à saúde,
garantindo também a qualidade da água nas redes de distribuição e nos reservatórios domiciliares.
6 - Correção de pH - Depois que a água já passou pelas principais etapas do tratamento dentro da ETA, ela recebe, então, a adição de cal para
corrigir seu pH. A correção do pH é necessária para se evitar possíveis corrosões das tubulações durante a distribuição da água.
7 - Fluoretação - Com a água já limpa, nesta etapa ela recebe a aplicação de uma dosagem de um composto de flúor, que contribui no combate
às cáries, principalmente no período de formação dos dentes.
PARÂMETROS MEDIDOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA SUA ÁGUA
1. Cloro: Produto químico utilizado para eliminar
microorganismos que não foram removidos nas
etapas anteriores do tratamento. Sua presença
residual na água tratada final atua como uma
segurança adicional contra eventuais contaminações
durante o processo de distribuição.
2. Coliforme Total: Indicador microbiológico utilizado para
medir a eficiência do tratamento na
remoção de microorganismos da água
para consumo humano.
4. Escherichia coli: Indicador microbiológico utilizado para
medir alguma eventual contaminação
da água por matéria fecal que possa
vir a veicular microorganismos
causadores de doenças ao homem.
5. Flúor: Produto químico adicionado à água tratada final, com
o objetivo de colaborar na prevenção da cárie dental,
contribuindo para a melhoria da saúde bucal da
população.
7. Turbidez: Alterações no aspecto estético da água causadas
pela presença de partículas sólidas em
suspensão oriundas do seu contato com o solo e
rochas (erosão), ou ainda, aquelas provenientes
de rejeitos domésticos e industriais.
6. pH: Valor que exprime a qualidade ácida, básica ou neutra,
com que a água pode se apresentar. Essas características
podem estar relacionadas com a capacidade das mesmas
de se apresentarem como corrosivas ou incrustantes em
relação aos materiais dos equipamentos com os quais
entram em contato, como redes e reservatórios de
distribuição. Possui também relação direta com a
eficiência da desinfecção atráves do cloro.
Cloro mg/L Cl 212 212 0 212 0,97 0.2 a 2
Coliformes Totais NMP/100ml 212 212 0 212 100% Obs.
Cor UH 120 120 0 120 2,65 15
Escherichia coli NMP/100 ml 212 212 0 212 100% Obs.
Fluoreto mg/L F 120 120 0 120 0,76 0.6 a 0.85
pH - 120 120 0 120 6,88 6 a 9.5
Turbidez UT 120 120 0 120 0,36 5
Parâmetro Unidade Nº de Amostras Valor
Mínimo Realizadas Fora Padrões Dentro Padrões médio
Limites
Dados referentes ao período: 01/2006 a 12/2006
Observações:
Para os parâmetros Coliformes Totais e Escherichia coli, os valores
médios não se aplicam. Referem-se ao percentual de amostras que
atende aos padrões no período, sendo avaliados de acordo com os
critérios ao lado.
Coliformes Totais:
- Sistemas que analisam 40 ou mais amostras/mês: ausência em 100ml em 95% das
amostras examinadas.
- Sistemas que analisam menos de 40 amostras/mês: apenas uma amostra poderá
apresentar resultado positivo em 100ml.
Escherichia coli:
Ausência em 100 ml.
Este relatório também se encontra disponível no site www.copasa.com.br
Lei nº 8.078 / 1990
Art. 6º " São direitos básicos do consumidor:
III " a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
Art. 31 " A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.
ANÁLISES TRIMESTRAIS E SEMESTRAIS
Eventuais análises fora dos padrões foram refeitas, acompanhadas de inspeções sanitárias, descargas no ponto de coleta e outras ações
pertinentes para garantir a qualidade da água.
Dos resultados encontrados, nenhum comprometeu a qualidade da água distribuída à população.
MEDIDAS ADOTADAS PARA MANTER A QUALIDADE DA ÁGUA
Média
Mínimo exigido 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Realizadas 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Fora dos Padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos Padrões 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Teor médio mensal 0,9 0,99 0,9 1,1 1,03 1,1 1 0,98 1,1 0,9 0,6 1
Limites da Portaria 518 0.2 a 2
Nº de Amostras
0,97
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: CLORO (mg/l Cl)
%
Mínimo exigido 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Realizadas 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Fora dos Padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos Padrões 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Percentual de ausência 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Limites da Portaria 518 Nº amostras > 40 : 95% de ausência/Nº amostras <= 40 : presença de até 1 amostra
Nº de Amostras
100
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: Coliformes Totais (NMP/100 ml)
3. Cor: Alterações na coloração da água causadas
pelo seu contato com resíduos de origem
orgânica, como folhas e fragmentos de madeira,
ou substâncias metálicas, como ferro e manganês.
Média
Mínimo exigido 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Realizadas 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Fora dos Padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos Padrões 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Teor médio mensal 2,5 2,5 2,5 2,5 3 2,5 3,75 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5
Limites da Portaria 518 15
Nº de Amostras
2,65
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: Cor (UH)
%
Mínimo exigido 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Realizadas 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Fora dos Padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos Padrões 16 16 16 16 16 16 16 16 16 28 20 20
Percentual de ausência 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Limites da Portaria 518 Ausência em 100% das amostras
Nº de Amostras
100
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: Escherichia (NMP/100 ml)
Média
Mínimo exigido 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Realizadas 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Fora dos Padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos Padrões 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Teor médio mensal 0,7 0,8 0,69 0,69 0,81 0,82 0,66 0,81 0,76 0,85 0,82 0,75
Limites da Portaria 518 0.6 a 0.85
Nº de Amostras
0,76
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: Flúor (mg/L F)
Média
Mínimo exigido 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Realizadas 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Fora dos Padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos Padrões 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Teor médio mensal 6,75 6,4 6,6 7 6,9 7,1 7,2 7,25 7 6,5 6,8 7,1
Limites da Portaria 518 6 a 9.5
Nº de Amostras
6,88
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: pH
Média
Mínimo exigido 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Realizadas 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Fora dos padrões 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Dentro dos padrões 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
Teor médio mensal 0,32 0,3 0,34 0,27 0,61 0,22 0,66 0,3 0,28 0,4 0,36 0,31
Limites da Portaria 518 5
Nº de Amostras
0,36
Período - 2006 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
PARÂMETRO: Turbidez (UT)





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